NCS - TUTORIA - SP 1.4 - 16/09/24
- thikow

- 16 de set. de 2024
- 3 min de leitura
Atualizado: 22 de set. de 2024
SP 1.4 – Trava ou solta...
Tema: Câncer colorretal
Fechamento 1.4 / Abertura 2.1
Relatoria 1.4
Abertura e Q.A's 2.1
Termos desconhecidos
Biópsia de fragmentação
BI- RADS v
Mastectomia
Mamotomia
Problema do problema
Pequeno nódulo no quadrante superior esquerdo
Lesão e classificação
Medo do fim do relacionamento
Histórico familiar de câncer
Diagnóstico carcinoma ductal invasivo
Longo tratamento de quimioterapia (e seus efeitos colaterais)
Radioterapia e hormonioterapia
Hipóteses
Mamografia e ultrassonografia são exames de rastreio para o câncer
de mama.
BI- RADS V é uma classificação do estadiamento do câncer de mama
Biópsia de fragmento com agulha é usada para confirmar câncer de
mama
Fator genético é um fator de risco para câncer de mama.
O câncer de mama afeta a autoestima e o emocional do paciente
ELa teve que fazer mastectomia para identificar o câncer de mama
O tratamento e a cirurgia reparadora estão disponíveis no SUS
O carcinoma ductal invasivo iniciou-se no ducto mamário
A hormonioterapia ajuda na redução do câncer de mama.
Questões de Aprendizagem
1. Descreva a anatomia das mamas
2. Descreva a histologia das mamas
3. Quais os tipos de câncer de mama e suas fisiopatologias
(alterações genéticas mais comuns, alteração do ciclo celular
e áreas mais suscetíveis)?
4. Quais os sinais e sintomas do câncer de mama
5. Estadiamento do câncer de mama
6. Quais os métodos diagnósticos e tratamento do câncer de mama?
7. Quais os sítios metastáticos do câncer de mama?
8. Qual é a política do sus para o câncer de mama (prevenção e tratamento)
9. Quais as diretrizes do ministério da saúde em relação ao câncer de mama.
10. Incidência e prevalência do câncer de mama
11. Qual fator de risco do câncer de mama
Referências 1.4:
Kumar V, Abbas AK, Aster JC. Patologia Robbins e Cotran: bases patológicas da doença. 10ª ed. São Paulo: Elsevier; 2018.
Filho GB. Bogliolo - Patologia. Rio de Janeiro: Grupo GEN; 2021. E-book. ISBN 9788527738378. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788527738378/.
Junqueira LC, Carneiro J. Histologia Básica. 13ª ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan; 2017.
Guyton AC, Hall JE. Tratado de Fisiologia Médica. 13ª ed. Rio de Janeiro: Elsevier; 2016.
Moore KL, Dalley AF, Agur AMR. Anatomia clínica. 7ª ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan; 2017.
Bhatia S, et al. Colorectal cancer: Epidemiology, risk factors, and prevention. Clin Colon Rectal Surg. 2018;31(3):145-150.
INCA. Estimativa 2020: Incidência de Câncer no Brasil. Instituto Nacional de Câncer José Alencar Gomes da Silva.
World Health Organization. Global Strategy on Diet, Physical Activity and Health.
Brasil. Ministério da Saúde. Sistema de Informação sobre Mortalidade (SIM).
Sociedade Brasileira de Coloproctologia. Diretrizes para o rastreamento do câncer colorretal. 2020.
Instituto Nacional de Câncer (INCA). Rastreamento do câncer colorretal. Disponível em publicações do INCA.
Barros M, et al. Câncer colorretal: atualizações no manejo e tratamento. Rev Bras Coloproct. 2020;40(2):123-130.
Sociedade Brasileira de Oncologia Clínica. Diretrizes brasileiras para o tratamento do câncer colorretal. 2021.
Reflexão: Hoje, como de costume, fizemos um bom fechamento e uma ótima abertura. O tema da nossa abertura foi "câncer de mama". O grupo é sempre muito participativo e traz ótimas contribuições. Há dias em que alguém não está no seu melhor, o que considero totalmente normal e compreensível, já que cada pessoa tem sua própria rotina, história e trajetória. Quando isso acontece, nossa preocupação é apenas com o bem-estar daquela pessoa, mas isso não compromete o bom andamento do fechamento.
Algo que tem me preocupado um pouco mais é o volume e a complexidade dos conteúdos que precisamos aprender sobre câncer, genes, proteínas e seus mecanismos. Esta e a próxima semana serão de muito estudo!

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