NCS - MORFOLOGIA - 04/05/23 -SP 3.2
- thikow
- 4 de mai. de 2023
- 12 min de leitura
Atualizado: 25 de mai. de 2023
SP 3.2 – Motor Envenenado
Disparadores
1. Quais as características histológicas diferenciam o intestino delgado do intestino grosso?
VIDEO
Intestino Delgado:
Dividido em 3 porções e recebe o quimo ácido, que por ser ácido precisa ser neutralizado. Sendo assim as células do intestino produzem bicarbonato que vai se juntar ao bicarbonato produzido pelo pâncreas (suco pancreático – que também contêm enzimas importantes). Isso é importante para evitar lesões na primeira porção do intestino delgado, o duodeno. Possui mucosa rica em células que produzem mediadores, que facilitam e controlam o processo de digestão através da produção de hormônios e peptídeos, e enzimas digestivas fundamentais. O duodeno é a área onde a maior parte da digestão será realizada, nele é feita a digestão de carboidratos, lipídeos, proteínas e o processo de absorção de água e nutrientes. As células da mucosa precisam ser especializadas para isso, sendo em sua maioria cilíndricas. Na região apical encontraremos estruturas e especializações de membrana chamada de microvilosidades. Essas especializações aumentam a superfície, para garantir que a gente tenha uma maior absorção e uma melhora no processo de digestão, onde enzimas digestivas vão ser liberadas. As células especializadas na absorção são conhecidas como enterócitos. Na mucosa do intestino delgado ainda iremos encontrar estruturas chamadas vilosidades, que são projeções da mucosa que também aumentam a superfície de contato do órgão para favorecer o processo digestivo e de absorção. As vilosidades são formadas por células colunares/prismáticas que apresentam características glandulares, sendo que, a abertura dessa glândula para o intestino delgado é chamada de cripta. No intestino delgado há uma riqueza de criptas e de vilosidades para facilitar e melhorar o processo digestivo e de absorção.
Conforme vamos afastando do duodeno, rumo ao intestino grosso, percebemos que o número de células caliciformes vai aumentando. Isso acontece devido ao bolo fecal ficar cada vez mais sólido, e as células caliciformes secretarem muco, o que irá ajudar na movimentação e no trajeto do bolo fecal.
Intestino Grosso:
A mucosa muda de característica diminuindo o número de criptas e vilosidades, as células também deixam de apresentar microvilosidades pois o processo absortivo no intestino grosso é muito inferior ao apresentado ao intestino delgado, ficando mais restrito a absorção de água. Por conta disso o intestino grosso apresenta maior número de células caliciformes, para ajudar nessa produção de muco e assim facilitar o trajeto desse bolo fecal cada vez mais sólido. No intestino grosso essas células são tão numerosas que acabam formando estruturas glândulares contendo números bastante consideráveis de células caliciforme.
DELGADO – Mucosa com riqueza de células absortivas, vilosidades e criptas
GROSSO – Redução de células absortivas, criptas e vilosidades. Aumento de células caliciformes
LIVRO
O intestino grosso é constituído de: ceco, cólon ascendente, cólon transverso, cólon descendente, cólon sigmoide, reto e ânus. A camada mucosa não tem pregas, exceto em sua porção distal (reto), nem vilosidades. As criptas intestinais são longas e caracterizadas por abundância de células caliciformes e um pequeno número de células enteroendócrinas. As células absortivas são colunares e contêm microvilosidades curtas e irregulares.
O intestino delgado é o sítio terminal de digestão dos alimentos, absorção de nutrientes e secreção endócrina. O intestino delgado é relativamente longo – aproximadamente 5 m – e consiste em três segmentos: duodeno, jejuno e íleo. O intestino delgado é o sítio terminal de digestão dos alimentos, absorção de nutrientes e secreção endócrina. em conjunto. O comprimento do órgão é um dos fatores importantes para o aumento de superfície de contato com o bolo alimentar.
A parede do intestino delgado apresenta várias estruturas que ampliam a sua superfície, aumentando assim a área disponível para absorção de nutrientes. Quando observado a olho nu, o revestimento do intestino delgado apresenta uma série de pregas permanentes, plicae circularis, em forma semilunar, circular ou espiral, que consistem em dobras da mucosa e da submucosa. Essas pregas são mais desenvolvidas no jejuno e, embora sejam frequentemente observadas no duodeno e no íleo, não são características desses órgãos. Na camada mucosa, as vilosidades intestinais ou vilos são projeções alongadas formadas pelo epitélio e pela lâmina própria, com cerca de 0,5 a 1,5 mm de comprimento. No duodeno, têm forma de folhas, gradualmente assumindo forma de dedos à medida que se aproximam do íleo.
O epitélio de revestimento dos vilos é do tipo cilíndrico simples e representa o compartimento funcional da mucosa, em termos de digestão e absorção. É formado principalmente por células absortivas (enterócitos) e células caliciformes, porém observam-se também as células enteroendócrinas, e raras células de tufo (tuft cells). O epitélio dos vilos se continua com o epitélio das criptas, que, por sua vez, contêm algumas células absortivas e caliciformes, células enteroendócrinas, células de Paneth, células M (íleo) e células-tronco. A cripta tem formato tubular e representa o compartimento proliferativo da camada mucosa do intestino.
Células absortivas são células colunares altas, cada uma com um núcleo oval em sua porção basal. No ápice de cada célula, a membrana plasmática se projeta para o lúmen (microvilosidade), criando a borda em escova, que pode ser observada ao microscópio de luz. Quando observada ao microscópio eletrônico, a borda em escova é vista como um conjunto de microvilosidades densamente agrupadas. Cada microvilosidade mede aproximadamente 1 μm em altura por 0,1 μm de diâmetro. A membrana celular envolve um eixo de microfilamentos de actina associados a fimbrina e vilina (proteínas do citoesqueleto). Estima-se que cada célula absortiva tenha em média 3 mil microvilosidades e que 1 mm2 de mucosa contenha cerca de 200 milhões dessas estruturas. Pregas, vilosidades e microvilosidades aumentam muito a superfície de revestimento intestinal. Calcula-se que as pregas aumentem a superfície intestinal em cerca de três vezes, as vilosidades, em 10 vezes e as microvilosidades, em cerca de 20 vezes. Em conjunto, esses processos são responsáveis por um aumento de aproximadamente 600 vezes na superfície intestinal, resultando em uma área aproximada de 200 m2.
2. Quais as partes do intestino delgado do ponto de vista anatômico e quantas partes possui o duodeno?
O intestino delgado é dividido em duodeno, jejuno e íleo. Juntos, eles podem ter mais de 6 metros de comprimento. O duodeno e o jejuno são encontrados no quadrante superior esquerdo, enquanto o íleo está no quadrante inferior direito do abdome. Todas as três partes são cobertas pelo omento maior anteriormente.
O duodeno possui quatro divisões: A primeira parte do duodeno, chamada de parte superior, possui o óstio pilórico, que permite a comunicação do estômago com o duodeno. É nessa parte que se localiza a ampola do duodeno. Na segunda parte do duodeno se forma a parte descendente, que possui uma estrutura circular chamada papila maior do duodeno. Essa papila possui um musculo esfíncter que fica ao redor do óstio da ampola hepatopancreática, que é formada da união do ducto colédoco ao ducto pancreático principal. Essa estrutura é importante na digestão pois traz bile e suco pancreático. A terceira parte é chamada de parte horizontal, também chamada de parte inferior em contraponto a parte superior. A quarta parte é a parte ascendente que é a última parte do duodeno. No limite final da parte ascendente localiza uma flexura chamada de flexura duodenojejunal, marcando o limite entre duodeno e jejuno.


3. Quais os componentes anatômicos do intestino grosso?
O intestino grosso é constituído de: ceco, cólon ascendente, cólon transverso, cólon descendente, cólon sigmoide, reto e ânus.
4. Quais as estruturas macroscópicas caracterizam o intestino grosso?
Entre o colo ascendente e o transverso existe uma flexura chamada flexura direita do colo ou flexura hepática, entre o colo transverso e o descendente existe uma flexura chamada flexura esquerda do colo ou flexura esplênica. O intestino grosso possui algumas características que o diferenciam do intestino delgado na parte macroscópica. Ele possui 3 feixes de musculatura lisa, que percorrem o intestino grosso, partindo do apêndice vermiforme, que é localizado no ceco. Essas estruturas musculares que percorrem todo o intestino grosso a partir do apêndice são chamadas de tênias do colo. Esse apêndice é importante para a defesa corporal por ser constituído de tecido linfoide. Outra estrutura que caracteriza macroscopicamente o intestino grosso são pequenas bolsas chamadas de saculações do colo, estruturas são formadas por conta do tônus das tênias. Uma terceira característica macroscópica do intestino grosso é a presença de apêndices chamados de apêndices omentais do colo, que são acúmulos de tecido adiposo ao longo do intestino grosso.
Roteiro SP 3.2 – Motor Envenenado
Triglicérides (triacilgliceróis)
São lipídeos (gorduras) comestíveis. 90% da gordura presente em nossa dieta esta disposta nesse formato. Por motivos óbvios essa gordura não anda livremente em nosso sangue sendo transportadas por lipoproteínas, sendo a principal lipoproteína endógena a VLDL. Existe também o quilomícron, que também é responsável em transportar esse triglicérides advindo da dieta. É dosado no soro do paciente sendo necessário um tubo branco, um padrão e uma amostra.
1- Durante o vídeo anote:
A- Níveis considerados normais de triglicérides, colesterol total e suas frações em jejum de 8 a 12 horas.
R- Triglicérides – Quando acima do valor limite representa o aumento do risco de doença cardiovascular progressivamente (quanto mais alto o nível, maior o risco)
Os valores normais de triglicerídeos são:
Até 150 mg/dL: normal.
Entre 150 e 199 mg/dL: limítrofe.
Entre 200 e 500 mg/dL: elevado.
Maior que 500 mg/dL: muito elevado.
Colesterol total – É a soma do HDL, LDL e do VLDL. Ter o colesterol total alto representa um risco elevado de doenças cardiovasculares.
Até 190 mg/dL
Frações – Como se trata de uma substância gordurosa, o colesterol não se dissolve no sangue, da mesma forma que gotas de óleo não se dissolvem na água. Portanto, para viajar através da corrente sanguínea e alcançar os tecidos periféricos, o colesterol precisa de um transportador. Essa função cabe às lipoproteínas produzidas no fígado. As principais lipoproteínas são:
VLDL (Very low-density lipoprotein).
LDL (Low-density lipoprotein).
HDL (High-density lipoprotein).
O LDL transporta colesterol e um pouco de triglicerídeos do sangue para os tecidos. O VLDL transporta triglicerídeos e um pouco de colesterol. Já o HDL é um transportador diferente, ele faz o caminho inverso, tira colesterol dos tecidos e devolve para o fígado que vai excretá-lo nos intestinos.
Portanto, enquanto o LDL e o VLDL levam colesterol para as células e facilitam a deposição de gordura nos vasos, o HDL faz o inverso, promove a retirada do excesso, inclusive das placas arteriais. Por isso, denominamos o HDL como “colesterol bom” e o VLDL e o LDL como “colesterol ruim“.
O colesterol derivado de gorduras saturadas e gordura trans favorece a produção de LDL, enquanto o consumo de gorduras insaturadas, encontrada no azeite, peixes e amêndoas, por exemplo, promovem a produção do HDL.
Portanto, ao dosarmos os valores das lipoproteínas transportadoras LDL, VLDL e HDL temos uma avaliação indireta da quantidade e da qualidade do colesterol que circula em nosso sangue. Por isso, o lipidograma, exame usado para dosar as lipoproteínas, é usado para avaliar os níveis de colesterol sanguíneos.
LDL
Menor que 100 mg/dL: ótimo
Entre 101 e 130 mg/dL: normal
Entre 131 e 160 mg/dL: normal/alto
Entre 161 e 190 mg/dL: alto
Maior que 190 mg/dL: muito alto
HDL
Menor que 40 mg/dL: baixo (ruim)
Entre 41 e 60 mg/dL: normal
Maior que 60 mg/dL: alto (ótimo)
VLDL
Menor que 30 mg/dl: normal
Maior que 40 mg/dl: alto
Fórmula para definir VLDL – Pega o triglicérides e divide por 5, dará o valor de VLDL
Fórmula para definir LDL – LDL = Col – HDL – (TG/5)
Risco de Castelli I -> [Col/HDL] risco cardiovascular se maior ou igual a 4,4
Risco de Castelli II -> [LDL]/[HDL]
Placa de ateroma -> A gordura invade a parede do vaso dentro da túnica intima (endotélio) criando um abaulamento na parede do vaso. Esse abaulamento vai gerar um processo inflamatório que vai recrutar macrófagos e o resultado dessa ação vai gerar um tipo de lixo desse macrófago que vai se transformar em fibroses por dentro desse vaso. Essa diminuição do calibre do vaso/artéria vai aumentar o fluxo sanguíneo que vai gerar lesões na parede do vaso. Essas lesões vão recrutar plaquetas e fibrilas para tamponar esse sangramento gerando um trombo. Se esse trombo fica parado nessa diminuição da luz vai gerar uma isquemia, causando um IAM isquêmico ou um AVE isquêmico. Se esse trombo se solta vai gerar um infarto agudo do miocárdio ou uma tromboembolia pulmonar
Dislipidemia -> Qualquer alteração nos lipídeos no corpo
Cetoacidose -> Se você fica sem comer carboidrato entra em estado de acidose metabólica por corpos cetônico por falta de glicogênio. Isso acontece após algumas semanas, mas é muito em pior em diabéticos. Diabéticos já entra em uma acidose muito brusca, ficando prostrado e precisando de aporte de soro fisiológico, insulina e bicarbonato.
Hipercolesterodemia: Aumento do colesterol por fatores genéticos
Hipertrigliceridemia: Aumento dos triglicérides por fatores genéticos
Colesterol
O colesterol é um assunto que muita gente já ouviu falar, mas poucos são aqueles que estão realmente esclarecidos sobre o tema. Quem nunca ouviu falar sobre os termos: colesterol bom e ruim, HDL, LDL, VLDL e triglicerídeos e dislipidemia?
Somos bombardeados diariamente com informações de todo o tipo sobre o colesterol. Siglas que não fazem sentido e valores são frequentemente atiradas sobre os pacientes sem que este receba o mínimo de orientação para poder aproveitar tanta informação disponível.
O colesterol é uma substância gordurosa encontrada em todas as células no nosso corpo. Ele é essencial para a formação das membranas das nossas células, para a síntese de hormônios, como a testosterona, estrogênio, cortisol e outros, para a produção da bile, para digestão de alimentos gordurosos, para formação da mielina (uma bainha que cobre os nervos), para metabolização de algumas vitaminas (A, D, E e K), etc.
O colesterol do nosso organismo tem duas origens:
Endógena: produzido pelo nosso próprio corpo, principalmente pelo fígado.
Exógena: adquirido através dos alimentos.
B- Método laboratorial utilizado na dosagem dos triglicérides, colesterol total e suas frações e o seu princípio de funcionamento.
R- É feito através de uma análise, pelo espectrofotômetro, entre as amostras do soro do paciente e padrões feitos através de reagentes especiais. No colesterol total e triglicerídeos se agita a amostra por 20 segundos, já no HDL se utiliza da centrifugação do material. Ambas são levadas em banho maria de 37 graus por 10 min.
C- Estruturas anatômicas que compões o estomago.
O estômago é a parte mais dilatada do aparelho digestório e se localiza entre o esôfago e o duodeno. Mais precisamente, o estômago é a região entre os orifícios cárdico e pilórico do trato gastroduodenal. Ele é coberto pelo peritônio, que também o conecta a outros órgãos abdominais. O omento menor se estende do fígado à curvatura menor de estômago, e depois se estende ao redor desse órgão. O omento maior se origina na curvatura maior do estômago e então continua inferiormente, pendendo como uma cortina para cobrir a maior parte das vísceras abdominais.
O estômago está localizado dentro da cavidade abdominal em uma pequena área chamada de leito do estômago, na qual o órgão se apoia quando o indivíduo está numa posição de supina (deitado de barriga para cima). Entretanto, dependendo da posição da pessoa, do seu biotipo, e até do conteúdo do estômago (vazio ou cheio após uma refeição), ele pode se posicionar em várias regiões do abdome, incluindo na epigástrica, umbilical, hipocôndrio esquerdo e flanco esquerdo. O estômago estabelece contato com várias estruturas vizinhas e possui relações anatômicas precisas com elas
Relações anatômicas do estômago:

Partes
O estômago é formado por várias partes anatômicas importantes. As quatro principais divisões do estômago são: a cárdia, o fundo, o corpo e o piloro. Como o nome indica, a cárdia circunda o óstio cárdico, que é a abertura entre o esôfago e o estômago. É a primeira parte do estômago onde chega a comida que ingerimos, representando a região de entrada do órgão. O fundo é a dilatação na região superior do estômago, localizado superiormente a um plano horizontal que passa pelo óstio cárdico.
A seguir temos o corpo do estômago, ou corpo gástrico, que é a maior parte do órgão, estendendo-se entre o fundo gástrico e o antro pilórico. E finalmente, a parte pilórica, que representa a saída do estômago, por onde o conteúdo alimentar passa para o duodeno. A parte pilórica pode ser dividida em duas áreas distintas - o antro pilórico, que é a parte mais larga imediatamente após o corpo gástrico; e o canal pilórico, uma parte mais estreita que leva ao duodeno. O conteúdo alimentar que passa pelo canal pilórico entra no duodeno através do óstio pilórico, cujo tamanho é controlado pelo esfíncter pilórico (piloro), uma camada circular de musculatura lisa.

O órgão tem uma forma de J característica, criada por duas curvaturas desiguais. A curvatura mais longa e convexa está localizada à esquerda do estômago e é chamada de curvatura maior. Ela se inicia na incisura cárdica, formada entre a borda distal do esôfago e o fundo gástrico. Já a curvatura mais curta encontrada do lado direito é a curvatura menor. Ela contém uma pequena incisura chamada de incisura angular, que marca a linha de interseção entre o corpo e a parte pilórica do estômago.
D- As camadas que formam o intestino delgado
R- O intestino delgado possui a estrutura de parede típica dos órgãos do tubo digestivo, formada pelas seguintes camadas:
Serosa: É a camada mais externa do intestino delgado, se constitui por uma única camada de células achatadas.
Muscular própria: É constituída de duas camadas musculares, uma externa longitudinal e uma camada interna de músculo liso, mais espessa que a camada externa.
Submucosa: É uma camada de tecido conjuntivo que possui diversos vasos sanguíneos e muitos nervos, também é a parte mais resistente da parede intestinal.
Mucosa: pode ser dividida em três camadas: muscular da mucosa, lâmina própria e camada epitelial.
Outras partes:
Muscular da mucosa: É constituída de uma camada muito fina de músculo que separa a mucosa e a submucosa.
Lâmina própria: É uma camada constituída de tecido conjuntivo e se localiza entre a muscular da mucosa e as células epiteliais da mucosa. Serve como base de apoio para as células epiteliais e atua na proteção do intestino contra microrganismos que penetram no epitélio.
Camada epitelial: É uma camada de células epiteliais que cobrem as vilosidades. Sua principal função é a renovação celular e a secreção exócrina e endócrina.
E – Funções das vilosidades intestinais:
R- Na mucosa do intestino delgado ainda iremos encontrar estruturas chamadas vilosidades, que são projeções da mucosa que também aumentam a superfície de contato do órgão para favorecer o processo digestivo e de absorção. As vilosidades são formadas por células colunares/prismáticas que apresentam características glandulares, sendo que, a abertura dessa glândula para o intestino delgado é chamada de cripta. No intestino delgado há uma riqueza de criptas e de vilosidades para facilitar e melhorar o processo digestivo e de absorção.
Vilos intestinais são extensões de mucosa intestinal em formato de dedos de luva que se projetam no lúmen do intestino delgado. Entre os vilos existem glândulas intestinais (criptas de Lieberkühn) que secretam suco intestinal rico em enzimas
Microvilos são projeções encontradas na superfície apical de cada célula intestinal (enterócito)


Vilosidades

Microvilosidades

Diferença de óleo para gordura.
Óleo -> Cadeia lipídica tem uma cadeia dupla de carboidrato causando uma dessaturação. Gordura animal -> Tem ligação simples e essa gordura depois de fria enrijece.
O estômago e o pâncreas produzem lipases, enzimas que vão ajudar a quebrar as moléculas de gordura em micelas menores e mais fáceis de serem absorvidas.
REFLEXÃO: Hoje a aula foi muito boa e divertida, porém estudamos mais estômago, mesmo tendo visto todo o aparelho digestivo. O bom foi que havia feito o pré aula e montei um esquema que continha a anatômia do estômago. Fizemos pintura corporal com esquema do estômago, bom, pelo menos "tentamos". Muitas das vezes os disparadores e roteiros não estão batendo, sendo que algumas vezes não batem com o material que precisamos para utilizar em aula. Porém aula está fluindo bem melhor com a breve explicação que passam no começo.
Comentários