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NCS - MORFOLOGIA - 18/05/23 -SP 3.5

  • Foto do escritor: thikow
    thikow
  • 18 de mai. de 2023
  • 6 min de leitura

SP 3.5 - Diabesidade



Disparadores



1- Conceituar lóbulo hepático/ espaço porta e tríade portal (microscopia)


A unidade funcional do fígado é o lóbulo hepático, uma estrutura cilíndrica que possui de 0,8 mm a 2 mm de diâmetro. Em um fígado humano, encontramos cerca de 100.000 lóbulos.


Cada espaço-porta é composto por uma vênula e uma arteríola (ramos da veia porta e da artéria hepática, respectivamente), um ducto biliar, vasos linfáticos e nervos. Este conjunto é cercado por uma capa de tecido conjuntivo, contínua com a cápsula de Glisson, que recebe o nome de placa limitante.


A tríade portal consiste em ramos terminais adjacentes e paralelos de ductos biliares, vênulas portais e arteríolas hepáticas que margeiam os hepatócitos.



2- Conceituar capilar: contínuo/ fenestrado e sinusóide.


Capilares fenestrados: Nesses capilares observa-se que as células endoteliais apresentam uma camada contínua, porém ocorre a presença de poros ao longo da camada. Esses poros podem estar ou não cobertos por um diafragma, que é a espécie de uma membrana fina.

Sinusóides: Abundante quantidade de poros ou fenestrações desprovidas de diafragmas nas paredes das células endoteliais. Os capilares sinusóides são encontrados principalmente no fígado, e em órgãos hematopoiéticos, como a medula óssea e o baço.

Contínuo: Capilares contínuos: Nesses capilares observa-se que o endotélio é contínuo, não apresentando nenhuma interrupção. Encontra-se nos tecidos musculares, tecidos conjuntivos, tecido nervoso e glândulas exócrinas.


3- Como dividimos microscopicamente e funcionalmente o pâncreas?


O pâncreas é uma glândula mista, com parte exócrina e endócrina. A porção exócrina, onde são produzidas enzimas digestivas, é uma glândula acinosa composta. O pâncreas é revestido externamente por uma cápsula de tecido conjuntivo denso, que envia septos para o seu interior e dividi-o em lóbulos, contendo vasos sanguíneos, vasos linfáticos e nervos. O estroma é constituído pelos septos interlobulares e pelas fibras reticulares que servem de sustentação ao órgão. A unidade morfofuncional do pâncreas exócrino é o ácino seroso. Cada ácino pancreático é formado por células piramidais com núcleos arredondados localizados na base da célula. A parte endócrina, onde são secretados hormônios, é formada pelas ilhotas pancreáticas (Ilhotas de Langerhans). Estas são grupos arredondados de células, dispostas em cordões, em volta dos quais existe uma abundante rede de capilares sanguíneos com células endoteliais fenestradas, situados entre os ácinos secretores.


4- Quais regiões do pâncreas ocorrem produções do suco pancreático e hormônios?

Os hormônios ocorre nas Ilhotas de Langerhens (parte endócrina) e a parte exócrina, células acionosas, células piramidais secretam o suco pancreático.


• Microscopia:

-Porção exócrina:

o Cápsula de tecido conjuntivo

o Ácinos: células serosas

o Ductos


-Porção endócrina:

o ilhotas de Langerhans: células alfa e beta


• Macroscopia:


o Cabeça (processo uncinado)

o Corpo

o Cauda

o Ductos: pancreático principal e principal acessório.



Trilha de aprendizagem Pré-aula


Prezado(a) aluno(a), antes de iniciar sua Trilha de Aprendizagem, vamos falar sobre o lactato. O lactato resulta da glicólise anaeróbia. Reflita em que situações o nosso organismo faz esse tipo de metabolismo da glicose e quais órgãos estariam envolvidos.

1. Assista às videoaulas, disponíveis no Ulife. Determinação do lactato. Enquanto assiste aos vídeos, anote


• Origem metabólica do lactato:


O lactato é conduzido via corrente sangüínea, para o fígado, onde é reconvertido pela Lactato desidrogenase a piruvato, e transformado em glicose pela gliconeogênese.

A lactato desidrogenase (LDH) é a enzima de transferência de hidrogênio que catalisa a oxidação do L-lactato a piruvato com a medição de NAD+ como receptor de hidrogênio.


Fabricado pelo músculo em atividade. Lactato em glicose. Outras células de anaerobiose (neurônios), sobrevivem apenas 2 a 3 minutos.


• Causas do aumento lactato sanguíneo e as possíveis consequências metabólicas:

Atividade física intensa; hipóxia ou doença hematopoiética.


• Principal método laboratorial utilizado na determinação do lactato sanguíneo e os níveis considerados ideais

A dosagem de lactato é um exame de sangue que mede a quantidade de ácido lático presente no sangue.

Produto dosado no espectofotômetro. Valor normal 30 mg/dl.


2. Faça a leitura dos livros:


• Anatomia Orientada para Clínica de Keith L. Moore, a partir da página 465 (pâncreas) até a 476.

• Fisiologia Humana de Stuart Ira Fox, a partir da página 585 (pâncreas) até a 586

• Histologia de Paulo Abrahamsohn, a partir da página 274 (A secreção pancreática tem capacidade de hidrolisar diversos tipos de molécula) até a 275



3. Desenvolva dois mapas mentais dos seguintes temas:


• Anatomia do pâncreas (considerando a irrigação arterial e drenagem venosa do órgão);



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Vídeos de Laboratorial


Dosagem de lactato

Várias células têm capacidade de produzir o lactato, como exemplo as hemácias que não possuem mitocôndrias. Tbm produzido pelo musculo.

Lactato transformado em glicose.

Anaerobiose: neurônios, sobrevive apenas 2 – 3 minutos em fermentação láctica.

Dosagem como marcado de infarto agudo do miocárdio.


Dosagem ideal

Produto dosado no espectofotômetro. Valor normal 30 mg/dl. Acima disso, pode estar relacionado a atividade física intensa ou hemólise


Dosagem de lactato no sangue

Importante para hipóxia ou doença hematopoiética que pode resultar no aumento do lactato no sangue.


Acidose láctica - Lactato sanguínea (lactato alto) - Pode causar desnaturação protéica



Vídeos de Morfo


Microscopia do Fígado e do Pâncreas


Fígado - Órgão importante para o metabolismo. Produz proteínas, outras moléculas e reservas nutricionais.

Produtos são encaminhados para o fígado via veia porta.

Pordutos são armazenados, metabolizados ou distrubuido

Células epiteliais cúbicas - hepatócitos. Repousando na trama reticular - tecido conjuntivo.


Números de células epiteliais maior que conjuntivo. Conjuntivo sustenta e garante suprimento sanguíneo.

Trama reticular divide o fígado em estruturas lóbulos hpaticos

Formatos hexagonais. Em cada ângulo, um representante da estrutura microscópica: tríade .

Tríade portal: Artéria hepática - arteríola

Vênula - ramificação da veia


Sangue que chega nos lóbulos vem do TTG e da artéria aorta (Sangue que vai trazer O2).

Sangue que chega pela vênula (artéria aorta), pouca quantidade de O2 porém é rica em nutrientes

Sangue da arteríola (ramificação da artéria hepática - Rica em O2.

Chega pela arteríola e vai espelhando para alcançar a veia central do lóbulo. Para chegar, caminha pelos capilares sinusóides.

Capilares senesóides - espaços grande entre as células desse vasos.

Capilares contínuos

Capilares fenestrados


Da tríade em direção ao centro. No centro, é dranafep para fora do fígado para alcançar a veia cava inferior. A tríade apresenta anastomose dos canalículos biliares. Hepatocitos produzem a bile.

A bile precisa ser levada para o exterior, para assim ser armazenada na vesícula.

Bile - Vesícula biliar - Secreta no duodeno

Bile dos hepatócitos - ductos biliar da tríade - anastomose - ductos hepáticos

Sangue: da triade microscópica para para centro lobular

Bile: em direção a tríade, pois lá que está o ducto biliar.

Hepatocitos faz contato íntimo com o capilar sinusóide, o canalículo biliar para facilitar a troca de moléculas e agilizar o processo funcional do fígado.

Desse modo o fígado contribui diretamente para processos metabólicos extremamente importantes para os processos do corpo humano.



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Pâncreas


Glândula mista

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Anatômico:

Cabeça - processo uncionado do pâncreas

Ducto colédoco + ducto pancreático principal, formando colo, corpo e cauda

Cabeça projeção em sentido inferior – processo uncinado do pâncreas

Ducto colédoco – formando ampola hepatopâncreática

Ducto acessório – algumas tem outras não

Papila menor e maior do duodeno

Posição topográfica: Oblíquo. Projeta da dierta para esquerda, de baixo para cima cabeça emoldurada pelas 2 partes do duodeno Superior inferior e transversocaudal próxima ao baço.

Se você enxergar a cabeça do pâncreas, visualizará o duodeno. Se enxergar a cauda do pâncreas, visualizará o baço.

Glândula Mista cordonal: ácinos (parte e Ilhotas - na imagem, são mais claras).

Endócrino (liberação no sangue - hormônios: glucagon, insulina) e exócrino.

Enzimas de digestão (carboidratos/proteína/lipídeos) serão liberados pelo pâncreas. Qualquer dano no pâncreas pode ser letal.

Secretina estimula liberar o bicarbonato de sódio para fazer o tamponamento do quimo.

Colecistoquenina - estimula os ácinos a liberar as enzimas as enzimas pancreáticas. Na forma não atividade.

As ilhotas são glândulas. Glândula Cordonais (produz e joga no sangue, não armazena).

Insulina - Células beta 70% (BI)

Glucagon - Células alfa

Células delta = somatostatina - regula a ação das células alfa e beta, para liberação de insulina e/ou glucagon, de acordo com a glicose sanguínea. Ela faz a regulação.

Somatostatina = hormônio parácrina - atua no mesmo local.

Hormônio endócrino - células alfa e beta, que estão nas Ilhotas.

Hormônio exócrino - enzimas pancreática

Secretina - produção de bicarbonato para o tamponamento

CCK - estimula o ácino a liberar as enzimas. Quando o quimo chega no duodeno para formar a ação pancreática. Na borda em escova, tenho células


Lactato


Ducto colédoco (vem da vesícula biliar) se junta com o ducto pancreático, formando a ampola de water.

A Ampola desagua na papila maior do duodeno.


Acidose metabólica -> Infecção –> Septicemia -> Acidose metabólica -> Lactato aumentadoFisiológico: Exercício físico intenso / Patológico: Septicemia


Acidose no diabético - diabetes tipo 1 - corpos cetônicos pela gliconeogênese



REFLEXÃO: Hoje não consegui ir na aula, porém estudei em casa e peguei o material com meus colegas para saber o que tinha sido abordado na aula.


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©2023 por Thiago R. E. Sampaio.

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