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NCS - MORFOLOGIA - 27/04/23 -SP 3.1

  • Foto do escritor: thikow
    thikow
  • 27 de abr. de 2023
  • 5 min de leitura

Atualizado: 25 de mai. de 2023

SP 3.1 - Tempos Difíceis



MORFOLOGIA – 27/04/23


ATIVIDADE 1: VIDEOAULA NO ULIFE E TRILHA DO

CONHECIMENTO NA PLATAFORMA LT KURACLOUD



1. Assista às seguintes videoaulas, disponíveis no Ulife.


A. Determinação da glicemia.

RA – Precisa-se de uma amostra biológica que pode ser soro ou plasma, com jejum de 8 a 12 hs, analisada por um espectofotômetro, pelo método enzimático colorimétrico.


B. Microscopia das glândulas salivares e do trato gastrointestinal.

RB – Possui glândulas macroscópicas (3 pares) e microscópicas. Macroscópicas são revestidas de tecido conjuntivo e internamente revestida de tecido epitelial com característica serosa e mucosa. As glândulas menores e salivares são as maiores responsáveis pela formação de muco.

São encontrados 2 tipos de células: Serosa, são células de formato piramidal, adjacentes umas as outras formando estruturas circulares chamadas de ácinos.



As glândulas salivares parótidas são formadas prioritariamente de células de origem serosa. As células mucosas em contrapartida são cúbicas, elas se encontram com estruturas tubulares e caráter enovelado.


A glândula sublingual é formada majoritariamente por esse tipo de celular que é do tipo mucosa. Tanto a glândula submandibular quanto submaxiliar são do tipo túbulo acinosas e contribuem para formação de saliva e para o processo digestivo.





Trato gastrointestinal:


· Camada interna – Mucosa, constituída de tecido epitelial repousando sobre lâmina própria de tecido conjuntivo. A mucosa vai variar nos diferentes tipos de órgãos

· Esôfago – Epitélio estratificado pavimentoso por conta do atrito muito grande, pois após deglutir o alimento ele transita em estado sólido, gerando atrito.

· Intestino – Epitélio cilíndrico ou colunar, por possuir uma característica secretora e absortiva significativa.



· Abaixo da camada mucosa encontramos uma fina camada de tecido muscular e imediatamente abaixo dessa camada temos a submucosa. A submucosa é constituída de tecido conjuntivo altamente vascularizado, com riqueza de células do sistema imune. Em alguns órgãos essas células se agrupam formando estruturas significativas chamadas de malte do sistema imune. Abaixo da submucosa iremos encontrar a camada muscular

-Uma camada interna de fibras circulares

-Camada externa de fibras longitudinais

Ambas formadas por celular musculares lisas (controladas pelo sistema endócrino e tem função de motilidade)

Abaixo da camada muscular iremos encontrar a camada serosa (camada mais externa da parede do TGI), que é formada por peritônio, sendo constituída por um Epitélio pavimentoso simples (mesotélio) repousando em cima de uma lâmina de tecido conjuntivo bastante delgada.


C. Aspectos macroscópicos do trato gastrointestinal superior e glândulas

salivares.



2. Durante os vídeos, anote:


A. Níveis considerados normais da glicemia em jejum de 8 a 12 horas.

R- 70 a 99 dL com jejum de 8 a 12 hs


B. Método laboratorial utilizado na dosagem da glicemia e o seu princípio de

funcionamento.

R- Feita por um espectofotômetro, pelo método enzimático colorimétrico. Quanto mais rosa maior a concentração.

Separa-se 4 tubos, sendo um branco padrão e 2 amostras. 20mcl + 2ml de cor. Determina o valor de absorbância e depois faz o mesmo procedimento com a amostra do paciente. Ao misturar vai ao banho maria com 37C pois é um método enzimático, então precisa do calor. Testa as duas amostras e comparando chegamos ao resultado do paciente.

Abaixo de 70mg/dL hipoglicemia e acima de 99mg/dL é hiperglicemia. Diabetes é caracterizada pelo valor de 126 mg/dL.


C. Órgãos que compõem a parte supra diafragmática do tubo digestório e

suas respectivas funções.

R- Boca, dente, língua, faringe, esôfago. Digestório, são: glândulas salivares.


D. Epitélio de revestimento da parte supra diafragmática do tubo digestório e

suas respectivas funções.

R- Epitélio estratificado pavimentoso queratinizado. Proteção, secreção, lubrificação


3. Acesse o LT no link https://accounts.kuracloud.com/user/login, clique em:

• Anatomia/ Sistema Digestório/ Dissecação Digestório - Laboratório: faça

as lições de 3 a 5.

• Histologia Digestória - Laboratório: faça as lições de 1 a 5.


4. Acesse o LT no link https://accounts.kuracloud.com/user/login e siga estas instruções: • Clique em Fisiologia Humana/Absorção da Glicose/ Digestão e Absorção. Faça as lições de 3 a 5. • Clique em Homeostase da Glicose e faça as lições de 3 a 8.


















































Como a insulina e o glucagon mantêm a concentração de glicose no sangue?


Durante um estado alimentado, o corpo armazena glicose para que possa ser liberada de volta no sangue posteriormente, quando a concentração de glicose no sangue diminuir. Cerca de quatro horas após uma refeição, o corpo começa a fazer a transição para um estado alimentado. Nesse estado, substratos de energia são liberados novamente para o sangue para serem usados conforme necessário. Dessa forma, o corpo faz o ciclo para o estoque e liberação de glicose para manter a concentração de glicose no sangue em um intervalo estreito. O corpo pode fabricar um pouco de glicose, mas a maioria da glicose que precisamos vem do consumo de carboidratos.


Insulina e glucagon


O estoque e a liberação de glicose são controlados por hormônios liberados pelo pâncreas. Especificamente, células alfa do pâncreas produzem glucagon e as células beta produzem insulina. O hormônio glucagon é liberado durante o estado de jejum quando os níveis de glicose no sangue caem. O hormônio insulina é liberado durante o estado alimentado quando os níveis de glicose no sangue sobem.

Logo após uma refeição, a concentração de glicose no sangue sobe. Conforme ela aumenta, as células beta no pâncreas liberam a insulina para o sangue [+]. A insulina faz com que tecidos mudem de acessar os estoques de energia para gerar estoques de energia.

A insulina se une a receptores celulares para estimular:

  • Maior expressão de GLUT4 na membrana plasmática para aumentar o transporte de glicose para células.

  • Estoque de glicose por células (inicialmente conforme glicogênio, depois como triglicérides se houver glicose em excesso).

  • Menor uso de outros substratos de energia para favorecer a glicose.





Como nossos corpos utilizam estoques de energia para manter a glicose do sangue?

Quando estamos alimentados, nossas células consomem e armazenam glicose no citosol pelo processo de fosforilação. Esse processo pode ser revertido pelo fígado e rins para liberar a glicose de volta ao sangue. Células do fígado (hepatócitos) fazem isso ao liberar glicose de estoques de glicogênio (glicogenólise) e gerar glicose de compostos não glicêmicos (gliconeogênese). Isso aumenta a concentração intracelular da glicose. Conforme a concentração de glicose dentro da célula aumenta, a glicose sai dos hepatócitos através da GLUT2. As células dos rins também podem gerar glicose através da gliconeogênese e apresentam uma preferência por substratos não utilizados pelo fígado.

O glicogênio estocado no fígado só mantém níveis de glicose de sangue por cerca de um dia. Por isso, contamos com mudanças no metabolismo para manter a glicose no sangue durante jejuns que duram mais de um dia. Por exemplo, se um jejum passar de três dias, a contribuição da produção de glicose pelo fígado aumenta. A glicose também é liberada pelo glicogênio nas células do fígado sob outras condições: por exemplo, durante estresse agudo e ao fabricar um novo tecido.

O musculoesquelético possui mais glicogênio total estocado do que o fígado. Ainda assim, diferente do fígado, o musculoesquelético não pode liberar a glicose de volta para o sangue de forma que a glicose só fica acessível para as células musculares quando está estocada.

Quando alimentado, os tecidos mudam de usar a glicose do sangue para acessar outros estoques de energia [+]. A figura abaixo resume as mudanças metabólicas associadas a uma queda na glicose do sangue.



















REFLEXÃO: Aula muito produtiva porém a preparação dela foi bastante cansativa, talvez por eu ter querido documentar tudo em word para salvar e postar aqui. Vimos bastante questão sobre glicose, insulina, glucacon, receptores e outros hormônios associados. Ainda sinto que preciso fixar melhor o conteúdo.































































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©2023 por Thiago R. E. Sampaio.

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