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NCS - TBL - 06/11/23 - AULA 9

  • Foto do escritor: thikow
    thikow
  • 6 de nov. de 2023
  • 5 min de leitura

Sistema Imune - Prof. Leonardo



Questões pré-aula:


P1 – C – I e II corretas

P2 – D – Macrófagos, Neutrófilos e Cel. Dendríticas

P3 – A – I – Virus não tem parede célular (SC só opsoniza)

P4 – B – Neutralização e Opsonização


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Barreiras de proteção da célula -> Microbiota -> Oleosidade


Macrófagos, células dendríticas pele -> Mediadores inflamatórios Monócito e neutrófilo fazem fagocitose

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APC -> Linfócito B, Dendríticas e Macrófago -> Possuem MHC II


Fagócitos reconhecem os PAMPS -> Ativação de citocinas pré-inflamatórias -> Apresentação de CD4-naive (TH0) via apresentação de antígeno -> Inflamação (IL-17, TNF e outras citocinas), Ativação de macrófago (INF Gama e Ig-G), resposta de anticorpo (várias citocinas) -> Fazem o combate corpo a corpo através da estimulação feita pelas citocinas enviadas pela CD4 -> Citocinas aumentam a capacidade de fagocitose


Ig-A -> Mucosas


Célula dendrítica pega a bactéria leva para o gânglio e apresenta essa bactéria ao LTCD4


CD4/LTCD4 (Auxiliar/Helper) -> TH0 (tipo de LT) -> Apresentação de antígeno vai fazer com que o linfócito se subdiferenciar em TH1 -> Estimulado por IL-12 e INF Gama -> Vai estimular a produção de TH1 especializada (com citocinas especificas para essa bactéria) nessa bactéria que por sua vez estimulam uma cascata secretando mais IL-12 e INF Gama.

IL-12 e INF Gama vai ajudar o linfócito B se diferenciar em plasmócito que vai gerar Ig-G.

Lembrando que os linfócitos B já vão se diferenciar em plasmócito na periferia por conta do antígeno apresentado (as duas reações acontecem juntas e se somam)


Opsonização -> C3b e Ig-G


CD4 reg e TH2 -> Fazem controle

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Bactéria intracelular -> MHC I -> CD8/LTCD8


Para infectar o corpo a bactéria precisa percorrer um caminho, durante esse processo ela pode ser fagocitada. Se ela for fagocitada ela sofrerá o mesmo processo da bactéria extracelular (Cel. Dendrítica vai apresentar MHC II no linfonodo para ativar o linfócito CD4. Ele irá potencializar a resposta se transformando de TH0 – naive – em TH1 que vai secretar INF gama e IL-12, potencializando a resposta. Pode realizar a conversão/estimulação de plasmócito que irá secretar Ig-G para facilitar a fagocitose dela.)


Caso não seja fagocitada e infecte a célula, ela irá apresentar MHC I (CD8). Linfócito CD8 reconhecendo irá apresentar perforinas e granzimas. As perforinas são proteínas que formam poros na membrana das células alvo, que podem alterar a permeabilidade e levar à lise osmótica, enquanto as granzimas, são uma família de serina-proteases que mediam a apoptose. Logo o CD8 irá lançar a perforina para perfurar a membrana e em seguida lançar granzimas (substância tóxica) para estimular a morte celular.


Granuloma -> Arquitetura celular (recruta muito macrófago através de TNF e INF Gama, monócito vai para o tecido, criando característica de macrófago) formada principalmente por macrófagos e fibras colágenas para tentar conter essa bactéria dentro dessa massa. Pode ter linfócito CD8 para tentar matar.

Se toma imunobiológico (bloqueador de TNF) acaba impedindo a formação de granuloma, logo para a TB é perigoso e precisa acompanhar de perto pois o TNF é quem vai auxiliar na formação do granuloma e ajudará a “conter” o bacilo da TB.

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TH1 e TH17 -> Pró inflamatórias (DM1 tem muito pró-inflamatório pela destruição do pâncreas, logo muito TH1, assim não terá alergias, asma e afins.)


T reg e TH2 -> São anti-inflamatórias (fazem o controle da inflamação) -> Quem tem muita alergia tem muito TH2 -> Ig-E é TH2


DAMP -> Padrões Moleculares Associados a Danos



Imunidade contra vírus


Precisa da imunidade inata, pois para gerar anticorpos demora tempo. Vírus e Bactéria intracelular é importante tem células NK e CD8.


Estado antiviral -> IFN Alpha (importante para criar o estado antiviral da célula)


Vírus consegue infectar as células da mucosa nasal. Essa célula vai tentar proteger as outras células sadias produzindo IFN do tipo alpha (tipo I). As células que não estão infectadas vão expressar o receptor de IFN alpha. Quando esse IFN alpha se liga a célula sadia, ele faz o papel de proteção contra esse vírus (é feito pela imunidade inata). Quando a célula está ativada com IFN alpha o vírus pode até conseguir entrar na célula, mas ela estará programada para impedir alguns passos da replicação viral. Fará inibição da síntese da proteína viral (bloqueia a formação do capsídeo), degradação do RNA/DNA viral (quebra alguma proteína do RNA/DNA) ou inibição da expressão do gene viral e montagem do vírion. Enquanto isso células NK vão estar detectando e matando vírus.


Todo IFN vai ter atividade antiviral


Dendrítica plasmocitóide -> Produz plasmócitos


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Mecanismo de ação de NK


Alguns vírus conseguem inibir MHC I não gerando ação de CD8. A célula tem MHC I e um peptídeo próprio que vai ter o ligante de NK, logo aquela célula se mostra normal para a NK. Quando o vírus inibe o MHC I a célula NK percebe que tem o ligante de NK mas não o MHC I e isso é um sinal para atacar aquela célula.

Vai reagir quando tem o MHC I mas não tem o ligante (sistema parecido com o do CD4 helper onde liga o coestimulador B7 com o CD28 e ao mesmo tempo MHC II com TCR)


HIV vai afetar diretamente CD4 impedindo a ativação de CD8 e a resposta humoral. Acaba afetando a geração de anticorpos. Quando há uma relação de CD4/CD8 desbalanceada (CD4 maior do que CD8) é uma marcados para AIDS.



Imunidade contra fungos


Fungo -> TH17 -> Linfócito e neutrófilo


A maioria de antígenos fúngicos são carboidratos, logo tem dificuldade de ativar a imunidade adaptativa



Imunidade aos parasitas e helmintos


Produção de Ig-G, Ig-A, macrófago, NK – Mesma coisa de bactéria intracelular


Forma de parasitismo intracelular



Helmintos -> TH2 e Ig-E


Na presença de parasita no intestino haverá um antígeno que será capturado por uma APC qualquer (dendrítica, LB e etc) vai apresentar para o linfócito T (TH0) se convertendo a TH2 produzindo IL-4, IL-5, IL-13. Quando produz esses tipos de citocina o linfócito TH0 entende que precisa virar TH2 e o LB entende que precisa virar plasmócito que secretar Ig-E. Ig-E vão se ligar a Mastócitos, Eosinófilos e em um segundo contato, quando o antígeno se ligar ao mastócito, haverá degranulação aumentando a motilidade intestinal. A degranulação vai danificar o verme que começa a apresentar paralisia ou distúrbios neurológicos, e logo, perderá sua capacidade de adesão. Além disso os processos inflamatórios estimularão as células caliciformes a produzirem muco o que torna mais fácil de expelir os vermes pelas fezes. Porém o excesso de verme pode extravasar e cair na cavidade abdominal (junto a conteúdo do intestino, logo, se torna um grande problema).



· CD4 Helper (direciona)


Ø TH1 -> Vírus, Bacteria extracelular, Protozoários e Fungo

Ø TH2 -> Helminto, Bactéria extracelular

Ø TH17 -> Bactéria extracelular, fungo



· CD8 citotóxico


Se não tiver Ig-G terá prejuízo do sistema complemento

Neutralização é quando Ig-G está revestindo o vírus



Acesso a aula em PDF:



Bibliografia:


1- ABBAS, Abul K.; PILLAI, Shiv; LICHTMAN, Andrew H.. Imunologiacelular e molecular. 9 Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2019.


2- Material obtido em aula



Reflexão: Aula densa como sempre porém muito satisfatória de se participar. Saímos basicamente sem saber nosso nome e onde estamos mas vale muito a pena. Espero que as aulas continuem nesse mesmo ritmo. Está sendo realmente muito bom.




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©2023 por Thiago R. E. Sampaio.

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